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Automação industrial: programação de CLP, supervisórios e redes, em qualquer plataforma

Engenharia de automação da especificação ao comissionamento, para máquinas novas, linhas existentes e sistemas sem suporte do fabricante. Trabalhamos na plataforma que já está instalada — Rockwell, Siemens, GE ou outra — sem exigir troca de marca.

Reunião remota de 45 minutos com engenheiro.

Técnico com EPI completo trabalha em notebook durante atendimento de campo em unidade industrial de gás de processo.
CLP e SDCD RockwellSiemensGEYokogawaEmerson
Supervisórios FactoryTalk ViewInTouchiFIXWinCCElipse E3
Redes ProfibusProfinetModbusDeviceNetCANopenOPC UAFieldbus

Escopo de engenharia de automação

Os serviços podem compor um projeto completo ou ser contratados isoladamente. Engenharia de automação, no sentido amplo do termo, cobre as seis frentes abaixo.

Programação de CLP

Desenvolvimento, alteração e documentação de lógica em Ladder, SFC e blocos funcionais. Atuação em Rockwell, Siemens e GE, com TIA Portal, Studio 5000 e RSLogix. Inclui recuperação de programa sem fonte documentada e padronização de código entre máquinas de uma mesma linha.

Sistemas supervisórios e SCADA

Telas de operação, alarmes, receitas, históricos e relatórios em FactoryTalk View, InTouch, iFIX e WinCC. Inclui reconstrução de supervisório sem projeto-fonte e padronização de telas entre plantas. Como escolher a plataforma e migrar sem perder o histórico está no guia de sistema supervisório.

Técnico realiza teste de malha em transmissor de pressão com multímetro, em bancada de instrumentação.

IHM e interface de operação

Programação e substituição de IHM com preservação da lógica de operação. Revisão de navegação e de hierarquia de alarmes para reduzir tempo de resposta do operador.

Redes e protocolos industriais

Projeto, comissionamento e diagnóstico de Profibus, Profinet, Modbus, DeviceNet, CANopen, OPC UA e Fieldbus. Levantamento de nível de sinal, mapeamento de nós e localização de falha intermitente de comunicação.

Instrumentação e malhas de controle

Especificação, parametrização e sintonia de malhas. Solução de problemas da interligação desde o instrumento de campo até o cartão de entrada do CLP.

Migração e upgrade de plataforma

Troca de CLP, IHM ou supervisório fora de linha por plataforma com suporte vigente, preservando a lógica de processo e o comportamento da máquina. Cobre upgrade de versão de hardware e software e migração de um fabricante para outro. Executado com plano de parada, base de comparação ponto a ponto e retorno assistido.

Painel antigo e painel novo lado a lado durante migração de plataforma de CLP em parada programada.

Dados de produção: apontamento, OEE e integração com o ERP

Coleta a partir do CLP e da instrumentação já instalada, sem depender de digitação do operador. Gera apontamento de produção, indicadores de disponibilidade, desempenho e qualidade, e envia os dados para o ERP quando a integração é contratada.

Observação: o cálculo de OEE tem limitações em processos artesanais e unitários. O método de apuração é definido no diagnóstico, antes da implantação.

Ligação com os outros serviços

Mesma base de coleta usada em telemetria e operação remota. Quem contrata automação já sai com o caminho do dado resolvido.

Ver telemetria →
Painel de indicadores de produção instalado no chão de fábrica, com a linha em operação ao fundo.

Como um projeto de automação é conduzido

Gestão baseada no PMBOK, com foco em escopo, custo e tempo. Cada etapa tem entregável nomeado.

1

Diagnóstico técnico

Levantamento em campo da condição do ativo, da plataforma instalada e das normas aplicáveis.

Relatório de diagnóstico com escopo recomendado
2

Projeto e especificação

Arquitetura de controle, especificação de hardware e software, diagramas e memoriais.

Projeto executivo e lista de materiais
3

Desenvolvimento

Programação de CLP, IHM e supervisório, com simulação e teste em bancada quando aplicável.

Aplicativos versionados e plano de teste
4

Comissionamento e partida

Testes de entradas e saídas, loop test, testes a frio e a quente e partida assistida.

Protocolos de teste assinados
5

Entrega documentada

As built, manual de operação e treinamento da equipe de manutenção.

Data book e fontes dos programas

As fontes dos programas, os diagramas e o as built são entregues ao cliente ao final do projeto, sem retenção de código.

Segmentos atendidos

Alimentos e bebidas

Receitas, troca rápida de produto e rastreabilidade de lote.

Saneamento

Ativos distribuídos, telecomando e operação com equipe reduzida.

Químico e petroquímico

SDCD, malhas de controle e intertravamento de processo.

Metalurgia

Parque antigo, obsolescência de comando e parada programada curta.

Papel e celulose

Processo contínuo e custo alto de parada não programada.

Logística

Transportadores, classificação e integração com WMS.

Projeto entregue

Upgrade de hardware e software em planta química — polo industrial de Cubatão, SP

Situação

Indústria química do polo industrial de Cubatão, SP, com CLP SLC-500 (Rockwell) descontinuado e sem peça de reposição, interligado a um DCS Centum VP (Yokogawa).

35 diasduração da parada de manutenção
800malhas migradas para o ControlLogix
10 a 15 anosde suporte, venda e atualização garantidos pelo fabricante
Escopo

Upgrade do CLP de SLC-500 para ControlLogix redundante, ambos Rockwell, com integração ao DCS via Modbus TCP e acréscimo de monitoramento de compressores com Bently Nevada.

  1. 1
    TAF em bancada

    Teste de aceitação em fábrica com um DCS e um PLC ControlLogix montados em bancada: lógica do CLP testada e comunicação entre os sistemas validada ponto a ponto.

  2. 2
    Migração da instrumentação

    Interligação da instrumentação de campo transferida do SLC-500 para o ControlLogix.

  3. 3
    Loop test

    Teste de continuidade e de sinal de cada malha, do instrumento de campo até a tela do operador do DCS.

  4. 4
    Partida acompanhada

    Engenheiro presente na partida da fábrica até a estabilização da operação.

Dois engenheiros conduzindo teste de aceitação em fábrica, com CLP montado em bancada e telas de supervisório exibidas ao fundo.

Perguntas frequentes sobre automação industrial

Vocês programam CLP de qualquer fabricante?

Atuamos em Rockwell, Siemens e GE, com as respectivas ferramentas de programação e supervisórios. Para plataformas fora dessa lista, a viabilidade é avaliada no diagnóstico — depende da disponibilidade de licença, de documentação e de acesso ao equipamento.

É possível migrar de uma marca de CLP para outra sem parar a produção?

A migração exige janela de parada, mas ela é dimensionada no projeto e costuma ser reduzida a uma parada programada. A lógica é convertida e testada em bancada antes da intervenção em campo, e a comparação ponto a ponto é feita antes do retorno à operação.

E se a máquina não tiver documentação nem o programa-fonte?

É uma situação comum em equipamento com mais de dez anos. O levantamento é feito em campo, com leitura do controlador quando o acesso permite, e a documentação é reconstruída como parte do escopo. O diagnóstico informa o que é recuperável antes de a proposta ser emitida.

Vocês atendem em todo o Brasil?

Sim. A base de engenharia fica em Campinas, SP, e as equipes de campo atendem projetos em outras praças. Deslocamento e hospedagem entram no escopo da proposta quando aplicáveis.

O que entra no diagnóstico técnico?

Levantamento em campo da condição do ativo, da plataforma instalada e das normas aplicáveis, seguido de relatório com o escopo recomendado. A reunião inicial é remota, por videoconferência, e dura 45 minutos.

Os programas e a documentação ficam com o cliente?

Sim. As fontes dos programas, os diagramas e o as built são entregues ao final do projeto.

Comece pelo diagnóstico, não pelo orçamento

A condição do ativo, a plataforma instalada e as normas envolvidas são avaliadas antes de qualquer proposta de investimento. O diagnóstico define o escopo e reduz o retrabalho de quem contrata.

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